11:48 amParece, mas não estou

Quem costumava visitar diariamente este blog — e também meu antigo blog, O Garganta de Fogo (2002-2008) — deve estar achando que parei de escrever, que já não estou atento aos acontecimentos do nosso especialíssimo momento político e cultural, que morri, e assim por diante. Sim, numa simples visita, pode até parecer que estou alheio, mas não estou. Muito embora Zuckerberg fique com toda a plata publicitária, a questão é que, para quem costumava publicar posts para vinte ou cinqüenta leitores por vez, a publicação no Facebook se mostrou um melhor negócio: juntando amigos, seguidores e curtidas na página, lá no Facebook, ao menos seis mil pessoas têm acesso instantâneo aos meus textos.

Enfim, apesar disso, em respeito ao trabalho iniciado anos atrás, tentarei, aos poucos, ir atualizando este blog com postagens do meu perfil pessoal e da minha página. Por isso peço que não se chateie caso alguns artigos pareçam datados: no Facebook surgiram na crista da onda.

E obrigado pela insistência em vir procurar meus textos aqui. O contador de visitas, ao contrário do que eu mesmo acreditava, prova que este blog está bastante vivo. 

  • fiatjaf

    Obrigado pela consideração. Leio tudo num leitor de feeds, essa coisa da internet de antigamente, então acho que nem apareço na contagem de visitantes, mas estou aqui.

    Fico muito satisfeito que este blogue esteja prestes a ter conteúdo novo de novo. A posteridade também agradece, porque fatalmente algum dia o Facebook vai fechar e levará consigo todo o conteúdo que há lá dentro. Claro que seu blogue também pode fechar e engolir todo o conteúdo, mas pelo menos aí será uma decisão sua, tomada em pleno juízo e sã consciência.

  • Tem razão. A falsa sensação de perenidade das redes sociais não passa de engodo — que o diga o Orkut, o MySpace e o Google Plus (os dois últimos, mortos vivos). E obrigado por continuar prestigiando este blog.
    Abração!