Blog do Yuri

palavras aos homens e mulheres da Madrugada

Categoria: Educação (Página 4 de 7)

O adiamento da Nova Ortografia

Em vista do adiamento para 2016 da famigerada Reforma Ortográfica, vale a pena ler de novo os artigos do professor Cláudio Moreno — os melhores que li sobre o tema —, afinal, talvez ainda haja tempo para reformar a reforma.

São muitos os artigos do Sua Língua que falam do Acordo Ortográfico. Reúno, abaixo, em ordem de publicação, os dez textos em que analiso mais de perto as causas, as consequências e os prejuízos desta periclitante Reforma:

01 ─ Deixem a nossa ortografia em paz!
02 ─ Esqueçam essa reforma!
03 ─ O pesadelo de Cassandra
04 ─ O pesadelo de Cassandra continua
05 ─ O que muda na ortografia?
06 ─ Mudanças na ortografia
07 ─ Não compre o novo VOLP! (1)
08 ─ Não compre o novo VOLP! (2)
09 ─ Não compre o novo VOLP! (3)
10 ─ Não compre o novo VOLP (4)

Da Beleza e Consolação — uma entrevista com Roger Scruton

Sobre o filósofo Roger Scruton.

Aulas de filosofia de Mário Ferreira dos Santos

Mário Ferreira dos Santos (1907-1968) nasceu em Tietê, Estado de São Paulo, tendo passado sua infância e adolescência em Pelotas, Rio Grande do Sul. Licenciou-se em Direito e Ciências Sociais pela Universidade de Porto Alegre. Mudou-se para São Paulo, onde fundou duas editoras para publicação e divulgação de suas obras: Editora Logos e Editora Matese.

Escritor e pensador extraordinariamente fecundo, publicou, em menos de quinze anos, a coleção “Enciclopédia de Ciências Filosóficas e Sociais”, que abrange 45 volumes, parte de caráter teorético e parte histórico-críticos. Em 1957, publicou “Filosofia Concreta”, que estabelece o seu modo de filosofar. Mário Ferreira dos Santos considera a Filosofia como ciência rigorosa, aceitando o que é demonstrado e não o problemático e provável. Para ele, a Filosofia possui o genuíno valor de ciência, seja na investigação e na sistematização, seja na análise e na síntese de temas expositivos e polêmicos. Em 1959, a edição de “Métodos Lógicos e Dialéticos” expõe uma nova metodologia para guiar com segurança o estudioso no campo do saber.

A década de 1960 foi o período em que suas obras tiveram maior difusão em todo o território nacional.

Leitura dos Clássicos

“E o que é um ‘clássico’? É um texto que expressa, de maneira clara e adequada, intuições e conhecimentos que fazem parte da natureza essencial do ser humano.”
Luiz Gonzaga de Carvalho

São Paulo, a Symphonia da Metropole (1929)

São Paulo, a Sinfonia da Metrópole (1929), dirigido por Rodolfo Lustig e Alberto Kemeny.

Como o filme não tem trilha sonora, sugiro algumas variações de Beethoven:

Cotas e ação afirmativa

¿Já notou que, se você não for Woody Allen ou Sacha Baron Cohen (ou qualquer outro comediante judeu), pega muito mal fazer piadas sobre judeus? ¿E já assistiu ao excelente documentário The Original Kings of Comedy, de Spike Lee? Caso afirmativo, ¿notou que, se fossem brancos, aqueles comediantes sairiam do palco, não ovacionados, mas linchados? ¿E percebeu que é a mesma coisa para gays, anões, gordos, muçulmanos, loiras, etc.? Enfim, para se criticar uma suposta minoria, é preciso, antes de tudo, ser parte dela. É o espírito do nosso tempo – o politicamente correto. Se você não respeitá-lo, será acusado de estar defendendo um interesse de classe. (Sabe como é, né?) Você, claro, só pode falar mal de ricos, burgueses, cristãos, heterossexuais, empresários e assim por diante, essa gente feia que o explorou na outra encarnação. (Pode falar mal de Israel também.) Em qualquer um desses casos, cabe a crítica, por mais injusta, afinal, ela não será um pecado social. Eis a palavrinha: social! Se há o adjetivo social no meio, então… Puts. É intocável! E o intocável do momento é a “cota social” na educação. Claro, a cota racial continua intocável. Logo, como sou apenas um rapaz latino-americano com pouco dinheiro no bolso descendente de portugueses “cristãos novos” (isto é, judeus convertidos), misturado um tanto com negros e italianos, não direi nada. Infelizmente, não tenho permissão social para tais liberdades. Dirão que estou defendendo interesses da minha classe – e eu não estou certo da natureza da minha classe. Portanto, deixarei dois intelectuais negros de origem humilde falar sobre o verdadeiro significado das cotas e das “ações afirmativas” (o ninho conceitual de onde saem tantas coisas daninhas à educação, à cultura e à sociedade). Com vocês, Thomas Sowell e Walter Williams. [Aplausos]

_______

Publicado no Digestivo Cultural.

A experiência da paternidade e o conceito do Pai Universal

 

Paternidade

Aproveitando que hoje é dia dos pais, segue um trecho do Livro de Urântia no qual é explicitada a importância da experiência da paternidade para a compreensão de Deus enquanto Pai Universal:

« (…) Nos sete mundos das mansões, os mortais ascendentes têm amplas oportunidades de compensar todas e quaisquer privações experienciais sofridas nos seus mundos de origem, seja devido à herança, ao ambiente ou a um término prematuro infeliz da carreira na carne. Isso é verdadeiro em todos os sentidos, salvo para a vida sexual mortal e para os ajustamentos que a acompanham. Milhares de mortais alcançam os mundos das mansões sem se haverem beneficiado particularmente da disciplina derivada das relações sexuais usuais nas suas esferas de nascimento. A experiência nos mundos das mansões pouca oportunidade pode dar para compensar essas privações bastante pessoais. A experiência sexual, em um sentido físico, faz parte do passado para os seres ascendentes; entretanto, na associação estreita com os Filhos e Filhas Materiais, tanto individualmente quanto como membros das suas famílias, esses mortais sexualmente carentes serão capazes de compensar os aspectos sociais, intelectuais, emocionais e espirituais em tudo o que houverem sido deficientes. Assim, a todos aqueles humanos, a quem as circunstâncias ou o juízo errôneo houverem privado dos benefícios de ligações sexuais vantajosas nos mundos evolucionários, aqui, na capital do sistema, são oferecidas oportunidades plenas de adquirir essas experiências mortais essenciais, em associação íntima e amorosa com as supernas criaturas sexuadas Adâmicas de residência permanente nas capitais dos sistemas.

« Nenhum mortal sobrevivente, nenhum ser intermediário, ou serafim, pode ascender ao Paraíso, alcançar o Pai, nem ser incorporado ao Corpo de Finalidade, sem haver passado pela experiência sublime de estabelecer uma relação de paternidade com as crianças em evolução, dos mundos, ou sem ter alguma outra experiência análoga e equivalente. A relação entre a criança e os seus pais é fundamental para o conceito essencial que devemos ter do Pai Universal e suas crianças no universo. Portanto, essa experiência torna-se indispensável à educação experiencial de todos os ascendentes.

« As criaturas intermediárias ascendentes e os serafins evolucionários devem passar por essa experiência de paternidade, em associação com os Filhos e Filhas Materiais da sede-central do sistema. Assim, esses ascendentes não-reprodutores ganham uma experiência de paternidade, ajudando aos Adãos e Evas, em Jerusém, na criação e na educação da sua progênie.

« Todos os mortais sobreviventes que não experimentaram a paternidade, nos mundos evolucionários, devem também adquirir esse aperfeiçoamento necessário enquanto permanecem nos lares dos Filhos Materiais de Jerusém, e como pais colaboradores desses esplêndidos pais e mães. Isso é verdade, exceto no caso em que esses mortais tenham sido capazes de compensar as suas deficiências nos berçários do sistema, localizados no primeiro mundo de cultura transicional de Jerusém.

« Esse berçário probatório de Satânia é mantido por algumas personalidades moronciais no mundo dos finalitores, onde a metade do planeta se dedica a esse trabalho de educar as crianças. Aqui, algumas crianças, filhas dos mortais sobreviventes, são recebidas e recompostas, tais como aquelas que pereceram nos mundos evolucionários antes de adquirirem o status espiritual como indivíduos. A ascensão de qualquer dos seus progenitores naturais garante que a essa criança mortal dos reinos seja outorgada a repersonalização, no planeta dos finalitores do sistema; e que ali lhe seja permitido demonstrar, pelo próprio livre-arbítrio subseqüente, se fará ou não a escolha de seguir o caminho da ascensão mortal dos progenitores. As crianças, aqui, apresentam-se como no mundo do seu nascimento, exceto pela ausência da diferenciação sexual. Não há reprodução à maneira mortal, após a experiência da vida nos mundos habitados.

« Os estudantes dos mundos das mansões que têm uma ou mais crianças no berçário probatório do mundo dos finalitores, e que apresentam deficiências quanto à experiência essencial da paternidade, podem solicitar a permissão de um Melquisedeque para efetivar a sua transferência temporária, dos deveres da ascensão, nos mundos das mansões, para o mundo dos finalitores, onde lhes é dada a oportunidade de funcionar como progenitores solidários dos seus próprios filhos e outras crianças. Esse serviço de incumbência da paternidade pode ser, mais tarde, creditado em Jerusém como equivalente à metade da educação a que esses seres ascendentes devem submeter-se nas famílias dos Filhos e Filhas Materiais.(…)»

Fonte: The Urantia Book.

Página 4 de 7

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén