Blog do Yuri

palavras aos homens e mulheres da Madrugada

Categoria: Humor (Página 7 de 11)

Crepúsculo no interior: Conde e Drácula

Em homenagem às fãs da saga Crepúsculo, eis uma cançãozinha da dupla caipira Conde e Drácula.

A melhor piada do Oscar 2013

Se você não riu deste esquete do Seth MacFarlane durante o Oscar deste ano, é porque sua cultura cinematográfica sofre de preconceitos com filmes musicais e com títulos brasileiros ridículos. A produção do filme The Sound of Music não tem culpa se o coitado foi chamado de A Noviça Rebelde aqui no Brasil. (E por isso, durante uma viagem aos EUA, minha irmã não conseguiu comprar o DVD do inexistente The Rebel Nun.)

Veja a cena original – na qual a família von Trapp, durante um concurso musical na Áustria, aproveita para fugir dos nazistas – e, em seguida, veja o esquete de MacFarlane.

Se beber…

menor_volante

— Ah, não! Uma blitz!! Anda, filho, troca de lugar comigo, rápido!

— Mas, pai, eu…

— Vamos logo! Quer ver seu pai na cadeia, é? Não viu que eu bebi uma taça de vinho na casa da sua avó?

— Mas…

— Não tem mais nem menos! Vai, se mexe.

— Pai, eu tenho doze anos de idade! O senhor ficou maluco?

— Não se preocupe, é como aquele carrinho de bate-bate do parque de diversões, não tem mistério.

— Mas aí tem três pedais. E eu não sei usar essa alavanca da marcha.

— O câmbio.

— É, não sei usar o câmbio.

— Eu engato a primeira aqui e você vai devagarzinho até lá.

O menino obedece e, não conseguindo parar, enfia o carro na lateral do carro da polícia, que resulta bastante amolgado.

— Que sorte! —, diz a mãe ao telefone minutos depois. — Imagine se eles tivessem usado o bafômetro em você.

— Pois é. Estaria perdido, um crime bem pior.

— E de onde você tirou essa idéia?

— Uê, dos traficantes, claro. Eles não usam menores de idade para cometer crimes e se safarem em seguida?

— Genial, meu bem! Genial!

O Feitiço do Tempo (Groundhog Day): 20 anos

Groundhog_Day

Hoje, 12 de Fevereiro, é o aniversário de 20 anos do lançamento de Feitiço do Tempo (Groundhog Day, by Harold Ramis), filme que considero não apenas um clássico mas também uma excelente parábola à la Frank Capra: uma comédia que toca a alma. Como homenagem, segue o trecho em que Phil (Bill Murray) pergunta para Rita (Andie MacDowell) como é seu tipo ideal de homem:

— O que eu realmente quero é alguém como você.

— Ah, por favor…

— Por que não? O que você está procurando? Para você, quem é o cara perfeito?

— Em primeiro lugar, ele é muito humilde para saber que é perfeito.

— Sou eu!

— Ele é inteligente, solidário, engraçado.

— Inteligente, solidário, engraçado. Eu… eu… eu.

— Ele é romântico e corajoso.

— Também eu.

— Ele tem um corpo bacana, mas não se olha no espelho a cada dois minutos.

— Eu tenho um corpo bacana; e às vezes passo meses sem me ver no espelho.

— Ele é bondoso, sensível e gentil. E não tem medo de chorar na minha frente.

— Estamos mesmo falando de um homem, né?

— Ele gosta de animais e crianças; e troca as fraldas sujas de caca.

— Será que ele tem de usar a palavra “caca”?

— E ele toca um instrumento; e também ama sua mãe.

— Uau, passei realmente perto desse aí.

E, caso queira ouvir algumas das músicas da trilha sonora, veja no Facebook este post e seus respectivos comentários.

Filme em família

Filme em família

Você faz a maior propaganda de um filme e chama a família inteira para vê-lo. Empolgados, aquele cheiro de pipoca já no ar, todos se acomodam pelos sofás, poltronas e tapetes cobertos de almofadas. Apesar do insistente burburinho, o filme começa. A platéia é finalmente absorvida pelo silêncio. Parece um bom sinal, mas não é. Corridos vinte minutos, já estão dormindo suas irmãs, seus irmãos, seus cunhados, suas cunhadas, seus sobrinhos, seus pais, seus tios e assim por diante. Ouve-se um ronco aqui, outro ali. O que fazer? Bem, agora já foi, mas, da próxima vez, utilize a “Técnica Capitão Nascimento de Concentração”, isto é, distribua granadas de mão sem o pino de segurança entre os presentes e avise: “Quem dormir explodirá a si mesmo e matará consigo meia-dúzia de parentes!” Sim, você não vê a hora de colocar o plano em prática…

Somebody That I Used To Know e suas paródias

Esses vídeos já estão no YouTube faz tempo, mas que tal juntá-los num único post?

O original

O cover

Algumas paródias

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A viagem astral de Machado de Assis

Machado de Assis costumava publicar crônicas sob diversos pseudônimos. Apenas 40 anos após sua morte descobriu-se que, entre eles, encontrava-se o pseudônimo “Lelio”. Imagino que o utilizava quando sua abordagem do tema ultrapassava seu parâmetro normal de deboche. A crônica abaixo — Balas de Estalo — foi publicada no jornal Gazeta de Notícias, edição do dia 5 de Outubro de 1885, e trata de um tema então em moda: o espiritismo. Nele, Machado relata uma suposta viagem astral com um desenlace dos mais inesperados…

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