Blog do Yuri

palavras aos homens e mulheres da Madrugada

Categoria: Infância (Página 2 de 3)

Crescendo (curta-metragem)

Eis um excelente curta-metragem!

E o Brasil indaga: onde estás, Moisés?

A rota do Êxodo

Se você nunca viu a rota do Êxodo — lembra, né? aquela da fuga do Egito –, precisa ver o quão perspicaz foi Moisés. (Veja a linha vermelha tracejada aí acima.) Agora pense: por que diabos o cara não acompanhou a costa do Mediterrâneo seguindo diretamente para a tal Terra Prometida? Por que, em vez disso, ele seguiu duas vezes para o sul formando esses dois triângulos, um maior à esquerda e um menor à direita? Para evitar algum lobo mau que pudesse ameaçar o rebanho? Não. Esqueça as possíveis escaramuças com povos autóctones e bobagens do gênero — quem assustou o faraó poderia assustar qualquer um. Ora, o fato é que esses desvios de rota subtraíram 40 anos de vida aos hebreus! (Pausa para visualizar mentalmente toda aquela gente andando “em triângulos” pelo deserto anos a fio.) Hum. Pense novamente: terá sido mesmo um desperdício de tempo? Ou será que foi um ganho?

Bem, a verdade é que Moisés guiava um povo moral, intelectual e espiritualmente corrupto e, por isso, sabia que, se chegasse com essa turma da pesada à Terra Prometida, não iria senão liberar um povo da escravidão material para mantê-lo, em outra região, escravizado a seus próprios vícios e enganos. E, assim, esperto que só, Moisés saiu a passear lenta e pacientemente com a galera enquanto educava e estimulava toda uma nova geração dentro dos princípios e normas do Decálogo. De que adiantaria tentar recuperar as gerações cansadas que não queriam ser recuperadas? Consertar de fora para dentro os corruptos que insistiam em seus erros? “Quando o pau é torto até mesmo sua cinza é torta”, deve ter concluído o sábio ancião. Deste modo, quando o povo, isto é, a sua parcela corrupta original, já estava ou inteiramente morto ou demasiado senil para transmitir sua confusão anímica às novas gerações, Moisés, acompanhado enfim por um povo com a alma em ordem, finalmente chegou às portas da Terra Prometida. Não faz sentido? Para mim, faz. Um sujeito capaz de receber ordens do Céu não poderia ser tão ruim de direção…

E, por fim, com esse caso em mente, pergunto a mim mesmo: quantos séculos e quantos triângulos Moisés teria de desenvolver deserto afora e adentro para purificar a nação brasileira de tanta malandragem, de tanta astúcia, de tanta safadeza, de tanta maldade, ganância e burrice espiritual? Uns 400 anos?

A importância da educação

Discurso do Dr. Benjamin Carson, médico neurocirurgião, no National Prayer Breakfast de 2013. (Ative as legendas.)

Da Beleza e Consolação — uma entrevista com Roger Scruton

Sobre o filósofo Roger Scruton.

Hilda Hilst na TV Cultura: “Este livro é uma banana”

O Caderno Rosa de Lori Lamby não é um livro, é uma banana que estou dando para os editores, para o mercado editorial.” — Hilda Hilst.

Entrevista concedida em 1990.

It’s show time, folks!

“Viver é estar na corda bamba – o resto é espera!” ©Karl Wallenda

Vi este filme pela primeira vez em 1983, aos 12 anos de idade, no primeiro vídeo cassete comprado por meu pai. O namorado da minha irmã mais velha conhecia uma locadora em Moema (bairro de São Paulo), que, na época, só alugava fitas piratas. (E havia alguma que não o fazia?) All That Jazz acabou com a minha vida. Sério. Agora, quase todo o resto é espera.

(Aliás, por falar nas locadoras de outrora, a qualidade da imagem da fita d’O Exorcista indicava que havia sido gravada no inferno. Minha irmã nunca mais se recuperou.)

Aqui, o coreógrafo Joe Gideon apresenta a seus chocados patrocinadores seu novo musical para a Broadway, Air-otica: “Nós o levamos a todos os lugares mas não o fazemos chegar a lugar algum”.

All That Jazz, de Bob Fosse.

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Publicado no Digestivo Cultural.

A experiência da paternidade e o conceito do Pai Universal

 

Paternidade

Aproveitando que hoje é dia dos pais, segue um trecho do Livro de Urântia no qual é explicitada a importância da experiência da paternidade para a compreensão de Deus enquanto Pai Universal:

« (…) Nos sete mundos das mansões, os mortais ascendentes têm amplas oportunidades de compensar todas e quaisquer privações experienciais sofridas nos seus mundos de origem, seja devido à herança, ao ambiente ou a um término prematuro infeliz da carreira na carne. Isso é verdadeiro em todos os sentidos, salvo para a vida sexual mortal e para os ajustamentos que a acompanham. Milhares de mortais alcançam os mundos das mansões sem se haverem beneficiado particularmente da disciplina derivada das relações sexuais usuais nas suas esferas de nascimento. A experiência nos mundos das mansões pouca oportunidade pode dar para compensar essas privações bastante pessoais. A experiência sexual, em um sentido físico, faz parte do passado para os seres ascendentes; entretanto, na associação estreita com os Filhos e Filhas Materiais, tanto individualmente quanto como membros das suas famílias, esses mortais sexualmente carentes serão capazes de compensar os aspectos sociais, intelectuais, emocionais e espirituais em tudo o que houverem sido deficientes. Assim, a todos aqueles humanos, a quem as circunstâncias ou o juízo errôneo houverem privado dos benefícios de ligações sexuais vantajosas nos mundos evolucionários, aqui, na capital do sistema, são oferecidas oportunidades plenas de adquirir essas experiências mortais essenciais, em associação íntima e amorosa com as supernas criaturas sexuadas Adâmicas de residência permanente nas capitais dos sistemas.

« Nenhum mortal sobrevivente, nenhum ser intermediário, ou serafim, pode ascender ao Paraíso, alcançar o Pai, nem ser incorporado ao Corpo de Finalidade, sem haver passado pela experiência sublime de estabelecer uma relação de paternidade com as crianças em evolução, dos mundos, ou sem ter alguma outra experiência análoga e equivalente. A relação entre a criança e os seus pais é fundamental para o conceito essencial que devemos ter do Pai Universal e suas crianças no universo. Portanto, essa experiência torna-se indispensável à educação experiencial de todos os ascendentes.

« As criaturas intermediárias ascendentes e os serafins evolucionários devem passar por essa experiência de paternidade, em associação com os Filhos e Filhas Materiais da sede-central do sistema. Assim, esses ascendentes não-reprodutores ganham uma experiência de paternidade, ajudando aos Adãos e Evas, em Jerusém, na criação e na educação da sua progênie.

« Todos os mortais sobreviventes que não experimentaram a paternidade, nos mundos evolucionários, devem também adquirir esse aperfeiçoamento necessário enquanto permanecem nos lares dos Filhos Materiais de Jerusém, e como pais colaboradores desses esplêndidos pais e mães. Isso é verdade, exceto no caso em que esses mortais tenham sido capazes de compensar as suas deficiências nos berçários do sistema, localizados no primeiro mundo de cultura transicional de Jerusém.

« Esse berçário probatório de Satânia é mantido por algumas personalidades moronciais no mundo dos finalitores, onde a metade do planeta se dedica a esse trabalho de educar as crianças. Aqui, algumas crianças, filhas dos mortais sobreviventes, são recebidas e recompostas, tais como aquelas que pereceram nos mundos evolucionários antes de adquirirem o status espiritual como indivíduos. A ascensão de qualquer dos seus progenitores naturais garante que a essa criança mortal dos reinos seja outorgada a repersonalização, no planeta dos finalitores do sistema; e que ali lhe seja permitido demonstrar, pelo próprio livre-arbítrio subseqüente, se fará ou não a escolha de seguir o caminho da ascensão mortal dos progenitores. As crianças, aqui, apresentam-se como no mundo do seu nascimento, exceto pela ausência da diferenciação sexual. Não há reprodução à maneira mortal, após a experiência da vida nos mundos habitados.

« Os estudantes dos mundos das mansões que têm uma ou mais crianças no berçário probatório do mundo dos finalitores, e que apresentam deficiências quanto à experiência essencial da paternidade, podem solicitar a permissão de um Melquisedeque para efetivar a sua transferência temporária, dos deveres da ascensão, nos mundos das mansões, para o mundo dos finalitores, onde lhes é dada a oportunidade de funcionar como progenitores solidários dos seus próprios filhos e outras crianças. Esse serviço de incumbência da paternidade pode ser, mais tarde, creditado em Jerusém como equivalente à metade da educação a que esses seres ascendentes devem submeter-se nas famílias dos Filhos e Filhas Materiais.(…)»

Fonte: The Urantia Book.

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