11:32 amHervé Attia, o turista cinéfilo

Hervé Attia é um turista dos mais originais. E também um videomaker dos mais originais: ele visita as locações de seus filmes prediletos e, mediante comparações plano a plano, mostra em seus vídeos o estado atual dessas locações. Em seu canal no YouTube há dezenas de exemplos. Veja abaixo dois deles: Contatos imediatos do terceiro grau e Os pássaros.

11:51 pmMario Vargas Llosa no Roda Viva

4:54 pmO Império da Lei

O professor Tom W. Bell, da Chapman University School of Law, explica por que o Império da Lei é fundamental para uma sociedade livre e tolerante.

8:37 amA importância da educação

Discurso do Dr. Benjamin Carson, médico neurocirurgião, no National Prayer Breakfast de 2013. (Ative as legendas.)

8:27 amCrepúsculo no interior: Conde e Drácula

Em homenagem às fãs da saga Crepúsculo, eis uma cançãozinha da dupla caipira Conde e Drácula.

8:16 amA melhor piada do Oscar 2013

Se você não riu deste esquete do Seth MacFarlane durante o Oscar deste ano, é porque sua cultura cinematográfica sofre de preconceitos com filmes musicais e com títulos brasileiros ridículos. A produção do filme The Sound of Music não tem culpa se o coitado foi chamado de A Noviça Rebelde aqui no Brasil. (E por isso, durante uma viagem aos EUA, minha irmã não conseguiu comprar o DVD do inexistente The Rebel Nun.)

Veja a cena original – na qual a família von Trapp, durante um concurso musical na Áustria, aproveita para fugir dos nazistas – e, em seguida, veja o esquete de MacFarlane.

9:09 amBárbara Heliodora fala sobre a crítica teatral

A crítica na visão de Bárbara Heliodora. (Entrevista concedida ao Instituto Millenium.)

9:02 amHavona, por Jaco Pastorius

Tal como declarou sua viúva, Ingrid Pastorius, Jaco compôs Havona após ler sobre o Universo Central de Havona no Livro de Urântia. A versão abaixo foi gravada em 1977 enquanto participava da banda de jazz fusion Weather Report (álbum Heavy Weather).

uma versão anterior, de 1975, que tem Herbie Hancock ao piano, Jaco Pastorius no baixo e Lenny White na bateria. (Infelizmente o vídeo não pode ser incorporado.)

8:30 pmRubem Fonseca: as características necessárias para tornar-se um escritor

“Não existem sinônimos!” © Rubem Fonseca.

3:54 pmA “pílula vermelha” de Yuri Bezmenov: subversão, desmoralização, desestabilização, crise, normalização

Yuri Bezmenov

Abaixo, no primeiro vídeo, Yuri Bezmenov fala longamente sobre sua própria vida antes de abordar mais a fundo o tema que realmente importa: como destruir e dominar uma nação (ou várias nações) sem disparar um único tiro mediante a “subversão”. (Você se lembra quantas vezes ouviu a respeito de “subversivos” sem saber exatamente o que o termo queria dizer? No máximo, você imaginava Fernando Gabeira usando tanga de crochê em Ipanema — mas a coisa vai muito mais longe!) No segundo vídeo, que também já postei várias vezes tanto no Twitter quanto no Facebook — como diz Julie Terres, uma amiga, este é um vídeo de cabeceira –, Bezmenov vai direto ao assunto: explica detalhadamente as diversas fases da subversão, isto é, discorre sobre a desmoralização, a desestabilização, a crise e a normalização. Quem acredita que suas próprias concepções sobre religião, educação, sexualidade, cultura, “justiça social”, etc. são muito avançadas, espertas, esclarecidas e puras devia assistir a esta palestra para meditar sobre o quão “idiota útil” talvez esteja sendo…

Claro, a luta pelo poder no mundo já não possui exatamente os mesmos “protagonistas” citados, mas as técnicas descritas — que remontam a Sun Tzu (vide A Arte da Guerra) — continuam sendo utilizadas a torto e a direito, principalmente por aqueles que objetivam o estabelecimento de um governo mundial. (Na melhor das hipóteses, de uma hegemonia mundial.) Enfim, deixe de frescura, deixe de rotular quem entende do assunto de “teórico da conspiração” — como se conspirações não pudessem ocorrer até mesmo em sua cama (vide “amantes” e “largue sua mulher/marido para ficar comigo!”) — e assista à exposição de um especialista no assunto, um sujeito que passou metade da vida trabalhando para a KGB como um “enganador profissional”.