26/01/2009Yuri Vieira


Yuri Vieira e Hilda Hilst na Casa do Sol, 1999.

Sou um escritor e cineasta paulistano radicado em Goiânia. Passei a infância entre São Paulo, Rio de Janeiro e a fazenda da minha avó materna em Goiás. Morei em Latacunga, no Equador, onde me tornei andinista, tendo escalado, entre outros, os vulcões Guagua Pichincha (4800m), Tungurahua (5060m) e Cotopaxi (5890m). Foi lá que publiquei, em espanhol, no jornal El Día, meus primeiros contos e artigos. Entre 1992 e 1997, estudei na Universidade de Brasília — onde, entre outras coisas, cursei cinema com Nelson Pereira dos Santos (curso de extensão) — e, após residir durante dois anos com a escritora Hilda Hilst (de quem fui secretário e webmaster), trabalho hoje como cronista, roteirista e diretor de vídeos/cinema. Publiquei meu primeiro livro “A Tragicomédia Acadêmica – Contos Imediatos do Terceiro Grau” em 1998, o qual recebeu elogios de Bruno Tolentino (poeta e ex-professor de Literatura comparada em Oxford), Millôr Fernandes, Lygia Fagundes Telles, J.Toledo, Sérgio Coutinho (do Observatório da Imprensa) e do filósofo Olavo de Carvalho. Escreveu este último:

“Prezado amigo Yuri, raras inteligências perceberam tão bem quanto a sua o vácuo atormentado da sua geração”.

Millôr Fernandes escreveu: “Yuri, (…) você tem enorme talento e nem quero afirmar que haja algo de osmose por aí. Ou a osmose permitiu a aproximação com a Hilda. (…) Abracadabraço”.

Yuri Vieira Em Abril de 2007, dirigi meu primeiro curta-metragem de ficção: ESPELHO, que recebeu o prêmio de Melhor Direção no III FestCine Goiânia, além de ter sido selecionado para o Cineme-se 2008 (Santos-SP), para a VII Goiânia Mostra Curtas e convidado pela mostra No Siesta: Fiesta! (Tromsø, Noruega, 2009) e pela mostra “Verão Cinema e Outras Coisas” (Costa da Caparica, Portugal, 2009). A peça que escrevi a quatro mãos com a diretora Miriam Virna — Admirável e Só para Selvagens (uma adaptação do livro Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley) — foi selecionada para o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília (2009) e, em 2011, esteve em cartaz no SESC Copacabana e no Teatro Municipal do Jockey, no Rio de Janeiro. (Fique atento(a), há novos livros, vídeos e peças a caminho ou já disponíveis.)

Sou ainda colaborador dos sites Mídia Sem Máscara, Digestivo Cultural e Olho de Vidro. (Em anos pregressos, fui colunista do Caderno Pop do jornal O Popular e cronista das revistas da Editora Price.) Além dos trabalhos na  Sertão Feelmes, também ministro cursos de roteiro e direção de curtas-metragens.

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