Blog do Yuri

palavras aos homens e mulheres da Madrugada

Tag: Música (Página 2 de 6)

Crepúsculo no interior: Conde e Drácula

Em homenagem às fãs da saga Crepúsculo, eis uma cançãozinha da dupla caipira Conde e Drácula.

Havona, por Jaco Pastorius

Tal como declarou sua viúva, Ingrid Pastorius, Jaco compôs Havona após ler sobre o Universo Central de Havona no Livro de Urântia. A versão abaixo foi gravada em 1977 enquanto participava da banda de jazz fusion Weather Report (álbum Heavy Weather).

uma versão anterior, de 1975, que tem Herbie Hancock ao piano, Jaco Pastorius no baixo e Lenny White na bateria. (Infelizmente o vídeo não pode ser incorporado.)

Da Beleza e Consolação — uma entrevista com Roger Scruton

Sobre o filósofo Roger Scruton.

DJ Oblongui

Este é um post nostálgico. Trata-se de um set do DJ Oblongui, cujo início de carreira cheguei a companhar no club Wlöd, em Brasília, nos idos de 1996.

O Messias, oratório de Georg Friedrich Händel

Completo.

Vale a pena ver e ouvir de novo: Hallelujah, o 42º movimento apresentado como flashmob num shopping center do Canadá.

Para saber mais sobre o oratório O Messias clique aqui e aqui.

Um coral de 10 mil vozes canta a Ode à Alegria

Da série “Coisas que só acontecem no Japão”: um coro de dez mil vozes canta o quarto movimento da Nona Sinfonia de Beethoven.

Quatuor pour la fin du temps — Olivier Messiaen

O compositor José Antônio de Almeida Prado estudou com Olivier Messiaen. Almeida Prado me disse que Messiaen “sofria” de sinestesia, isto é, ele via as cores dos sons. Ou melhor: via os sons enquanto cores. (Essa condição que os demais mortais só alcançam com LSD.) Contou-me também que, sempre que Messiaen ouvia um passarinho, ficava boquiaberto, em deslumbrado silêncio, dizendo por fim algo do tipo “Nossa, que cascata de cores!”. Messiaen, o mesmo sujeito que compôs o “Quatuor pour la fin du temps” [“Quarteto para o Fim dos Tempos”] enquanto prisioneiro de um campo de prisioneiros nazista. Ele não escolheu os instrumentos. Saiu pelo campo a descobrir se havia outros músicos ali e que instrumentos tocavam, compondo, pois, especificamente para eles. Li – salvo engano no livro Viagem aos Centros da Terra, de Vintila Horia, que o entrevistou – que, uma vez finalizada a composição, o quarteto apresentou-se vestido de molambos a uma platéia formada por outros prisioneiros em farrapos e por soldados e oficiais nazistas. Ficaram todos, sobretudo os nazistas, muitíssimo impressionados. Foi como se, pela primeira vez, realmente percebessem no que afinal estavam envolvidos.

Página 2 de 6

Desenvolvido em WordPress & Tema por Anders Norén