Um documentário imperdível do filósofo Roger Scruton, que trata da perda do sentido do belo em nossa época. (Para ativar as legendas, clique no ícone “cc”.)
Um documentário imperdível do filósofo Roger Scruton, que trata da perda do sentido do belo em nossa época. (Para ativar as legendas, clique no ícone “cc”.)
Um vídeo da época em que o escritor realmente merecia apenas 10% do preço de capa…
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Publicado originalmente no Digestivo Cultural.
E já que hoje é a estréia da nossa peça no Rio de Janeiro — Admirável e só para Selvagens –, vale a pena assistir à explicação do ator Javert Monteiro a respeito da origem da expressão “merda para vocês!”, utilizada no meio teatral para desejar sorte.
Com desenhos do Shiko.
Dizem que a vida inteira passa diante de nossos olhos à hora da morte…
Quando assistimos ao curta-metragem No Pressure, nossa primeira impressão é a de que estamos vendo uma crítica ácida aos ambientalistas radicais, esses que, em vez de debater racionalmente com base em evidências, preferem eliminar toda dissensão a seu ponto de vista. (Isso quando não anunciam ― tal como um professor da PUC-GO deixou claro durante um programa sobre meio-ambiente que dirigi ― que seria muito melhor eliminar certos seres humanos a vê-los “acabar com o meio-ambiente”. Seu depoimento foi tão radical e absurdo, verdadeiramente eco-terrorista, que jamais entraria na edição final do programa piloto. Há um teaser aqui.) Enfim, ver o curta-metragem acima é como assistir a uma versão do South Park com atores reais. Só há um problema: trata-se, na verdade, de uma peça publicitária bancada por ambientalistas! (É uma campanha da ActionAid, da The Carbon Trust e da The Energy Saving Trust. A direção é de Richard Curtis, o mesmo de Notting Hill e Bridget Jones’s Diary.)
Ficam, pois, três perguntas: 1) Você achou o vídeo engraçado?; 2) Você não sentiu nenhuma pressão para concordar com eles?; 3) Não seria um ato falho eco-fascista?
Caso ache que estou exagerando, então imagine a mesma ideia aplicada às campanhas políticas da Dilma, do Serra, da Marina… Os eleitores dos adversários sendo explodidos… Qual seria a reação da famigerada opinião pública? Qual seria a sua reação?
Assista à apresentação completa, em Brasília, na qual ele esculhamba os demais:
The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.
Meet Nelson, Coupland, and Alice — the faces of tomorrow’s book. Watch global design and innovation consultancy IDEO’s vision for the future of the book. What new experiences might be created by linking diverse discussions, what additional value could be created by connected readers to one another, and what innovative ways we might use to tell our favorite stories and build community around books?
Sinceramente? Isso tudo pode ser muito útil às mais diversas áreas do conhecimento — essas que exigem o estudo de guias, manuais e livros teóricos — mas me causa uma ansiedade dos diabos me imaginar lendo literatura com tanta informação a invadir minha página. A solidão do leitor é necessária para que a literatura aconteça e se lhe torne uma companhia.
Mario Vargas Llosa expone su visión sobre el fenómeno literario y los vínculos entre la realidad y la ficción.
O vídeo acima me lembra que, meses atrás, respondi a uma pergunta no Formspring sobre direitos autorais. (Leia aqui.) Continuo pensando da mesma forma no que se refere a “atribuição de autoria”, “obras derivadas” e tudo o mais. Mas o problema da remuneração continua, cada vez mais gordo, enquanto os artistas não bancados pelo ☭Estado☭ emagrecem a olhos vistos. (Arte é, em certo sentido, um investimento de tempo, o qual se cristaliza na forma de dinheiro, que, por sua vez, está nas mãos do Estado — impostos, gente! impostos! — ou nos bolsos de investidores incultos.) Num mundo ideal, creio que o mais correto seria — no caso dos ebooks, por exemplo — os livros espalharem-se livremente pela rede e, caso o leitor gostasse do texto, que então fizesse (de livre e espontânea vontade, lógico) uma doação ao autor através do PayPal (ou serviço semelhante). Infelizmente o mundo ideal não existe e as pessoas não querem jogar moedinha no chapéu de artista nenhum, essa gente à toa, essas cigarras desprovidas de senso prático. Aliás, aqui no Brasil, retribuir financeiramente algo que se recebeu “de graça”?! Isso nem nos passa pela cabeça. A Lygia Fagundes Telles, quando a visitei anos atrás, me disse que ganhava mais dinheiro dando palestras que através de direitos autorais. Talvez, da mesma forma que os músicos foram obrigados a sair em turnê para conseguir sobreviver — e temos de agradecer aos arquivos MP3 por isso (graças a esse estado de coisas já rolou até um show do The Doors a dois quarteirões da minha casa; sim, sem o Jim Morrison) –, da mesma forma que os músicos, os escritores terão de fazer o mesmo: sair a dar palestras, oficinas literárias, de roteiro, fazer stand-up comedy ou coisa assim. Só que as pessoas tampouco parecem saber que isso é possível e, além de conveniente, uma necessidade para o escritor. Quando finalmente o convidam, a não ser que seja um evento patrocinado pelo Estado (ah, esse nosso socialismo disfarçado…), querem que você faça, sim, tudo de graça, o que me lembra este outro vídeo aqui.
Mas o assunto era Copyright… Bem, este site apresenta a questão de uma forma bastante abrangente. E esta palestra (também em inglês, sem legendas) resume bem a situação toda. E, claro, é sempre bom, em casos assim, recorrer ao Mises Institute: aqui e aqui.
Entrevista de Antony Sutton a Stanley Monteith, 1980: “Wall Street and the Rise of Hitler” (legendas em português) from midiaamais on Vimeo.
Transcrição e tradução: Henrique Dmyterko
“O argumento que permeia todos os meus livros: nos altos escalões, não há diferença entre um grande capitalista e um grande comunista — eles estão entrelaçados.” ~ Antony Sutton
Faça o download de alguns livros de Antony Sutton aqui.
« Todos os livros estavam começando a se voltar contra mim. Na verdade, devo ter sido tão cego como um morcego por não ter visto, muito antes, a absurda contradição entre minha teoria de vida e minha verdadeira experiência enquanto leitor. Os mais religiosos eram claramente aqueles em que eu realmente podia me alimentar.»
Os anticapitalistas: os Bárbaros chegam aos portões from Mises Brasil on Vimeo.
Esse discurso foi apresentado na Austrian Scholars Conference (Conferência dos Acadêmicos Austríacos), ocorrida no Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, em memória de Ludwig von Mises.
O texto deste discurso traduzido para o português encontra-se aqui.
(Via Cavaleiro do Templo.)
Algumas señoritas não têm a sorte de conhecer seu escritor predileto antes de ele ficar velhinho. Essa aí curte o Ray Bradbury, que completa este mês 90 anos de idade…
(Esse videoclipe me lembra este post que publiquei em meu antigo blog, O Garganta de Fogo. )
O poeta Bruno Tolentino, que durante o ano de 1999 também morou na Casa do Sol (residência da escritora Hilda Hilst), tinha o costume — após encerrar seu trabalho diário no livro O Mundo como Idéia, que vinha finalizando —, de ir ou até o escritório da Hilda ou até meu quarto (que também era a biblioteca) e ficar até tarde da noite tecendo mil e um comentários sobre os mais diversos temas, principalmente literatura, filosofia, religião e política. (Digamos que tal ritual fazia parte da minha “pós-graduação desprovida do beneplácito do MEC”…)
Gostei de encontrar a palestra abaixo no You Tube porque ela, ao contrário de outras gravações que ouvi antes, apresenta Bruno exatamente como era nessas ocasiões: aberto, bem-humorado, brincalhão, brilhante, sagaz, sarcástico, erudito, tagarela…
A palestra, que a princípio trata da poesia de Vinicius de Moraes, está dividida em 12 partes (infelizmente há a intervenção inaudível de uma mulher nas últimas partes que irrita um bocado, mas não estraga o conjunto):