(Via @priscilavelho.)
Simplesmente impagável…
(Via @priscilavelho.)
Simplesmente impagável…
Ao tratar temas tais como “salário mínimo” e “seguro social”, entre outros, Milton Friedman explica por que o Estado parece ajudar mas, na verdade, está é atrapalhando…
Primeira parte:
Segunda parte: Continua…
Citações do Wim Wenders (depois assista à entrevista abaixo), um dos meus diretores prediletos, retiradas de sua página no IMDB (o negrito é meu):
"Sex and violence was never really my cup of tea; I was always more into sax and violins."
"Hollywood filmmaking has become more and more about power and control. It’s really not about telling stories. That’s just a pretense. But ironically, the fundamental difference between making films in Europe versus America is in how the screenplay is dealt with. From my experiences in Germany and France, the script is something that is constantly scrutinized by the film made from it. Americans are far more practical. For them, the screenplay is a blueprint and it must be adhered to rigidly in fear of the whole house falling down. In a sense, all of the creative energy goes into the screenplay so one could say that the film already exists before the film even begins shooting. You lose spontaneity. But in Germany and France, I think that filmmaking is regarded as an adventure in itself."
"Originality now is rare in the cinema and it isn’t worth striving for because most work that does this is egocentric and pretentious. What is most enjoyable about the cinema is simply working with a language that is classical in the sense that the image is understood by everyone. I’m not at all interested in innovating film language, making it more aesthetic. I love film history, and you’re better off learning from those who proceeded you."
"I will always produce my own films and avoid finding myself at the distributor’s mercy. You must become a producer if you want any control over the fate of your work. Otherwise, it becomes another person’s film and he does with it what he pleases. I only had one experience like that and I will never repeat it."
“I’ve turned from an imagemaker into a storyteller. Only a story can give meaning and a moral to an image.”
“In the beginning I just wanted to make movies, but with the passage of time the journey itself was no longer the goal, but what you find at the end. Now, I make films to discover something I didn’t know, very much like a detective.”
“It is very hard to stay inside the boundaries of a genre film; I admire people that are able to do that. I just don’t have the discipline. What I like about genres is that you can play with expectations and that there are certain rules that you can either obey or work against. But genres are a funny thing. They’re heaven and they’re hell. They help you to channel your ideas and they are helpful to guide the audience, but they don’t help you in what you want to transport other than the genre itself. Genres get angry if you want to tell other stories — because they are sort of self-sufficient. They like to be the foreground.”
E, no vídeo abaixo, Wim Wenders defende a primazia da narrativa sobre a imagem no cinema.
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Post publicado originalmente no blog Olho de Vidro.
Lêdo Ivo fala sobre escritores, crítica literária, poesia, Brasil, educação, etc.
Fonte: Globo.com
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia na terça-feira (23/02/2010) sua última visita oficial a Cuba, onde deve se reunir com Fidel Castro e promover a ‘relação estratégica’ entre os dois países.”
Jill Tarter do Instituto SETI faz seu pedido do prêmio TED: acelerar nossa pesquisa por vizinhos cósmicos. Usando um crescente conjunto de rádio telescópios, ela e seu time escutam à procura por padrões que possam ser um sinal de inteligência em algum lugar no Universo.
¿Sabe quando todos querem que você trabalhe de graça? ¿Sabe quando todos os envolvidos em um projeto irão receber dinheiro, mas você só irá desfrutar de “divulgação gratuita”? Pois é…
(Via jpcuenca e AlexCastroLLL.)
Obs.: Como este flash insiste em iniciar o vídeo por si mesmo, vou retirá-lo da página inicial do blog. Para vê-lo, clique no link abaixo.
Continua…
Quando fui secretário da escritora Hilda Hilst, e algum outro jovem autor lhe telefonava ou escrevia pedindo conselhos, ela me dizia: “Diga a ele para escrever em inglês, ninguém sabe o que é o português”. Em vista disso, o discurso de Isaac Bashevis Singer, Prêmio Nobel de Literatura de 1978, vem bem a calhar. Veja o que ele diz sobre escrever numa língua que quase ninguém mais fala (ou lê)…
(Para provar a veracidade do discurso — afinal, hoje é Primeiro de Abril — leia o original em inglês e acompanhe o próprio Singer no vídeo mais abaixo. A traição tradução ao português é minha.)
Isaac Bashevis Singer — Estocolmo, 10 de Dezembro de 1978
“Vossas Majestades, Vossa Alteza Real, Senhoras e Senhores,
“As pessoas me perguntam com frequência, ‘Por que você escreve em uma língua moribunda?’ Quero explicá-lo em poucas palavras.
“Primeiramente, gosto de escrever estórias de fantasmas e nada se encaixa melhor num fantasma do que uma língua morta. Quanto mais morta é a língua, mais vivo é o fantasma. Fantasmas amam o iídiche e, até onde eu saiba, todos o dominam.
“Em segundo lugar, não apenas creio em fantasmas como também creio na ressurreição. Estou certo de que, quando o Messias regressar, milhões de cadáveres fluentes em iídiche se levantarão de seus túmulos e a primeira pergunta que farão será: ‘Há algum novo livro em iídiche para ler?’ Para eles, o iídiche não será uma língua morta.
“Terceiro: por 2000 anos o hebráico foi considerado uma língua morta. Subitamente ele se tornou estranhamente vivo. O que aconteceu ao hebráico pode também ocorrer ao iídiche um dia, (embora eu não tenha a mínima idéia de como isso poderia se passar).
“Há ainda uma quarta razão secundária para não renunciar ao iídiche e esta é: o iídiche pode ser uma língua moribunda mas é a única que eu conheço bem. O iídiche é minha língua materna e uma mãe nunca está realmente morta.
“Senhoras e senhores: há quinhentas razões pelas quais eu comecei a escrever para crianças, mas para economizar tempo irei mencionar somente dez delas. Número 1) Crianças lêem livros e não resenhas. Elas não dão a mínima para a crítica. Número 2) Crianças não lêem para buscar sua identidade. Número 3) Elas não lêem para se ver livres de culpa, para saciar sua sede de rebelião, ou para se desembaraçar da alienação. Número 4) Elas não vêem utilidade na psicologia. Número 5) Elas detestam sociologia. Número 6) Elas não tentam entender Kafka ou o Finnegans Wake. Número 7) Elas ainda crêem em Deus, na família, anjos, demônios, bruxas, gnomos, lógica, claridade, pontuação, e outras coisas obsoletas. Número 8 ) Elas amam estórias interessantes, não comentários, guias ou notas de rodapé. Número 9) Quando um livro é chato, elas bocejam descaradamente, sem qualquer vergonha ou medo da autoridade. Número 10) Elas não esperam que seu bem amado escritor redima a humanidade. Jovens como são, elas sabem que isto não está sob o poder dele. Apenas adultos possuem tais ilusões infantis.”
Já que nem todo mundo tem paciência para assistir a 53 minutos de uma entrevista improvável, decidi publicar, também no You Tube, uma versão reduzida da mesma. Veja aqui:
Após iniciar o vídeo, clique na seta (canto inferior direito) e selecione “HQ – assistir em alta qualidade”.
“Um casal não vê outra saída para seu casamento senão a separação.”
Obs.: Este curta-metragem foi gravado sem qualquer lei de incentivo cultural e custou cerca de R$500,00 à Sertão Filmes, graças, é claro, à ajuda de vários amigos que trabalharam sem nada cobrar e/ou emprestaram equipamentos e locações. (Veja os agradecimentos ao final do vídeo.)
Foi SELECIONADO para a 8ª Goiânia Mostra Curtas (2008).
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Direção: Pedro Novaes e Yuri Vieira.
Argumento: Pedro Novaes.
Roteiro: Paulo Paiva, Pedro Novaes e Yuri Vieira.
Fotografia: Emerson Maia, Pedro Augusto Diniz e Pedro Novaes.
Assistente de fotografia: Isaac Orcino e Arturo Lucio.
Som direto: Paulo Paiva.
Edição: Pedro Novaes, Aline Nóbrega.
Trilha sonora: Sandro Soares, Pedra 70, Olavo Telles, Bebel Roriz.
Edição de som e finalização: Arturo Lucio.
Produção: Cássia Queiroz e Paulo Paiva.
Elenco: Cássia Queiroz, Grace Carvalho, Lina Reston e Sandro Torres.
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P.S.: O quadro na cabeceira da cama foi pintado por Yuri Vieira. (Hehehehe.)
Eis a entrevista que gravei, sete anos atrás, com Pórtia (Juraci), a minha amiga extraterrestre.