“Variações sobre um Tema de Paganini” (1941), de Witold Lutosławski. Execução: Enrico Pace e Igor Roma.
Mês: novembro 2010 Page 2 of 3
“Tout un monde lointain”, um concerto para violoncelo e orquestra de Henri Dutilleux. (Sim, eu gosto de trilha sonora sinistra…)

Do Planeta Tela:
Enquanto isso, um de seus roteiristas, Bráulio Mantovani, deu um puxão de orelhas nos críticos de cinema esta semana. Quando questionado pela jornalista Maria do Rosário Caetano sobre a não inclusão do nome de Wagner Moura como co-roteirista do filme [Tropa de Elite 2], Mantovani afirmou: “Para ser co-roteirista, é preciso sentar-se junto ao computador e escrever. Dar idéias não é o mesmo que escrever roteiros. Como disse Mallarmé a Degas: um poema não se faz com idéias, um poema se faz com palavras. O mesmo raciocínio se aplica à escrita de roteiros. Wagner Moura, assim como Daniel Rezende, Rodrigo Pimentel e outros, fizeram leituras críticas e deram sugestões para as muitas versões de roteiro de Tropa de Elite 2. Mas quem sentou a bunda diante do computador para dar forma dramática às idéias que iam surgindo fomos José Padilha e eu. Era nossa a responsabilidade de resolver os problemas da narrativa”.
E conclui: “Ninguém em Tropa de Elite 2 tem crédito não merecido e ninguém deixou de ser creditado pelo trabalho que fez. A participação intensa do Wagner no roteiro corresponde ao que se espera de um coprodutor (assim como eu, que também tenho o mesmo crédito, participei da montagem e de todas as decisões importantes relacionadas à produção e ao lançamento do filme). Já está na hora de vocês críticos assimilarem a evolução do trabalho do escritor no cinema brasileiro. Desde que nós fundamos a AC (Autores de Cinema), o crédito de roteiro passou a ser encarado com mais rigor, mais seriedade e mais profissionalismo. A era dos diretores que assinam roteiros sem sequer saber escrever direito acabou. Idéias sem forma são apenas idéias. Arte é forma”.
1932: POPULISMO ONTEM E HOJE!
Coluna de sábado de Cesar Maia na Folha de SP (06).
1. Em 1932, Mussolini destacava-se como único líder, chefe de governo de expressão no mundo ocidental. Com formação teórica muito acima da média, poliglota, leitor de filósofos e de grandes escritores, conhecedor de historia, impressionou Emil Ludwig, escritor alemão, biógrafo de Bismarck, Napoleão e Goethe.
2. Mussolini deu absoluta privacidade, dez tardes seguidas em seu gabinete, para uma entrevista com Ludwig. Esta foi publicada e se transformou em livro logo em seguida: “Colóquios com Mussolini”. Ludwig explora os conceitos do entrevistado -liderança, governo, autoridade, nacionalismo, poder, países, história, artes, atributos do líder, Estado… Mussolini passou a ser referência para outros líderes políticos. Salazar mantinha seu busto na mesa de trabalho. Getúlio usou na “Constituição” de 1937 o conceito de Parlamento corporativo num governo autoritário.
3. Mussolini mitificava a ação, mas refletia e cristalizava seus conceitos. Esses, difundidos, formaram e formam gerações de lideranças populistas-autoritárias, com ou sem consciência da escola de influências que receberam. Com a ascensão do populismo autoritário na América Latina, cumpre ir a essas raízes, até para que esses saibam de que fonte vem a água que bebem.
4. Diz Mussolini que, “para governar as massas, temos que usar duas rédeas: o entusiasmo e o interesse. Confiar em uma só é estar em perigo. O lado místico e o lado político estão subordinados um ao outro. Este sem aquele se torna árido. Aquele sem este se desfolha ao vento das bandeiras”.
5. Numa afirmação, desnuda a base do populismo: “A massa não deve saber, mas crer. Só a fé remove montanhas. O raciocínio não. Este é um instrumento, mas jamais motor da multidão”. Sobre sua relação direta com as massas, diz: “Deve-se dominar as massas como um artista domina sua arte”. E ensina: “Deve-se ir do místico ao político, da epopeia à prosa”.
6. É nessa entrevista que Mussolini usa uma frase que marcou seu machismo: “A multidão adora homens fortes. A multidão é feminina”. Ludwig, vendo sua chegada ao balcão de seu gabinete no palácio Veneza para saudar a multidão, comenta: “No balcão, olhando as massas, ele tem o ar de autor dramático, que chega ao teatro e vê os atores impacientes para o ensaio”.
7. Mussolini segue: “Cumpre tirar dos altares sua santidade, o povo. A multidão não revela segredos. Quando não é organizada, a massa é um rebanho de ovelhas. Nego que ela possa se reger por si só”. Ludwig registra o que ele ensina e que deveria servir ao mesmo Mussolini e a tantos outros, especialmente os de aqui e agora: “Veja só o que Brunsen disse de Bismarck: ‘Tornou a Alemanha grande e os alemães pequenos'”.
Tratar a multidão como se fosse uma mulher é a cara do cabra-macho Lula, o grosseirão mor. Até o vejo a dizer: “¿A multidão é feminina? Pau nela!”.

Se você não se alimentava bem em Paris, tinha sempre uma fome danada, pois todas as padarias exibiam coisas maravilhosas em suas vitrinas e muitas pessoas comiam ao ar livre, em mesas na calçada, de modo que por toda a parte via comida ou sentia o seu cheiro. Se você abandonou o jornalismo e ninguém nos Estados Unidos se interessa em publicar o que está escrevendo, se é obrigado a mentir em casa, explicando que já almoçara com alguém, o melhor que tem a fazer é passear nos jardins do Luxembourg, onde não via nem cheirava comida, desde a Place de l’Observatoire até a rue de Vaugirard. Poderá sempre entrar no Musée du Luxembourg, onde todos os quadros ficam mais vivos, mais claros e mais belos quando se está com a barriga vazia, roído de fome.
Aprendi a compreender Cézanne muito melhor, a entender realmente como é que pintava suas paisagens quando estava faminto. Costumava perguntar a mim mesmo se ele também tinha passado fome quando pintava, mas imaginava que talvez apenas se tivesse esquecido de comer. Era um daqueles pensamentos doentios mas brilhantes que nos ocorrem quando estamos com falta de sono ou de comida. Mais tarde, bem mais tarde, concluí que Cézanne provavelmente passara fome, mas de maneira diferente.
Depois de ter saído do Luxembourg, você poderia andar pela estreita rue Férou até a Place St. Sulpice sem ver restaurante algum, somente a praça silenciosa, com seus bancos e suas árvores. Havia uma fonte com leões, e pombos andavam nas calçadas ou pousavam nas estátuas dos bispos.
No lado norte da praça ficavam a igreja e lojas que vendiam objetos religiosos e paramentos.
Para além da praça é que não podia prosseguir em direção ao rio sem passar por lojas que vendiam frutas, legumes, vinhos, ou por padarias e pastelarias. Mas, escolhendo cuidadosamente o caminho, conseguiria avançar pela direita, ao redor da igreja de pedra, cinzenta e branca, chegar à rue de l’Odéon e virar de novo à direita em direção à livraria de Sylvia Beach, sem encontrar muitos lugares onde se vendessem coisas de comer. A rue de l’Odéon era desprovida de restaurantes até chegar à praça, onde havia três.
Quando chegasse à rue de l’Odéon, nº 12, a fome estaria contida mas por outro lado, todos os seus sentidos estariam aguçados. As fotografias lhe pareceriam diferentes e descobriria livros que nunca tinha visto antes.
– Você está magro demais, Hemingway – diria Sylvia. – Você anda comendo o suficiente?
– Claro que sim!
– O que é que comeu no almoço?
Apesar das cólicas, eu diria: – Ainda não almocei. Agora é que estou indo para casa.
– Ás três da tarde?
– Não sabia que era tão tarde assim.
– Adrienne disse outro dia que gostaria que você e Hadley fossem jantar com ela. Convidaremos Fargue também. Você gosta do Fargue, não gosta? Ou Larbaud. Você gosta dele. Sei que você gosta dele. Ou qualquer outro de quem você realmente goste. Você falará com Hadley?
– Sei que ela adorará aceitar esse convite.
– Eu lhe enviarei uma carta pneumática para combinar tudo. Quanto a você, Hemingway, não trabalhe tanto, pois não está se alimentando adequadamente.
– Cuidarei disso.
– Vá logo para casa, antes que seja tarde demais para o almoço.
– Guardam o almoço para mim.
– Comida fria também faz mal. Coma um bom almoço quente.
– Chegou alguma carta para mim?
– Acho que não. Mas deixe-me ver.
Foi ver e encontrou um recado. Levantou os olhos, satisfeita, e depois abriu uma porta da sua escrivaninha, que estava fechada a chave.
– Isto chegou enquanto eu estava fora – disse ela.
Era uma carta e dava a impressão de conter dinheiro.
– Wedderkop – disse Sylvia.
– Deve vir do Der Querschnitt – disse eu. – Você esteve com Wedderkop?
– Não. Mas ele passou por aqui, com o George. Ele falará com você, não se preocupe. Talvez quisesse primeiro pagar o que lhe deve.
– São estes seiscentos francos. E diz que receberei mais.
– Foi ótimo você me ter lembrado da correspondência!
Meus parabéns, Dr. Sabe-Tudo.
– É realmente muito engraçado que a Alemanha seja o único lugar onde posso vender alguma coisa. A Wedderkop e ao Frankfurter Zeitung.
– É mesmo! Mas não se aborreça. Você pode vender alguns contos ao Ford – disse ela para me provocar.
– A trinta francos a página! Faça os cálculos: um conto, cada três meses, no The Transatlantic. Um conto de cinco páginas dá cento e cinquenta francos por trimestre. São seiscentos francos por ano.
– Mas, Hemingway, não se preocupe com o que lhe rendem agora. O essencial é você poder escrevê-los.
– Sei. Posso escrevê-los. Mas ninguém os comprará. Não tem entrado dinheiro algum desde que abandonei o jornalismo.
– Estou certa de que conseguirá colocá-los. Você não acaba de receber esse dinheiro?
– Desculpe-me, Sylvia. Perdoe-me por falar nos meus problemas.
– Desculpá-lo de quê? Fale sempre disso ou do assunto que quiser. Você não sabe que todos os escritores sempre falam de suas dificuldades? Mas prometa-me que não se preocupará demais e comerá bastante.
– Prometo.
– Então vá para casa agora e almoce.

Siempre lo dije. Una de las posibles claves del éxito de mis libros se asienta en la verosimilitud de cuanto escribo. Todo ha sido escrupulosamente verificado de la mano de la ciencia. Ello explica la confianza y, en ocasiones, la extrema e ingenua credulidad de los lectores, que no atinan a distinguir la realidad de la ficción. Y dime, viejo tramposo, ¿puede darse algo más hermoso y romántico?
La gente sueña despierta, olvidando, aunque sólo sea momentánea y temporalmente, sus más inmediatas y prosaicas realidades. ¡Viva Verne, sí, señor! En 1865, a raíz de la publicación en el Journal des Débats de mi novela De la Tierra a la Luna, sucedió algo prodigioso y tierno. Conforme iban apareciendo los capítulos del libro, los ciudadanos fueron volcándose en la acción y en la trama, compartiendo las venturas y desventuras del héroe: Ardan. ¡Cientos de lectores escribieron al periódico solicitando una plaza en el obús que debía viajar a la Luna! ¿Hay algo más sublime? ¡Y para qué vamos a hablar de La vuelta al mundo en ochenta días! ¿Julio Verne un "iluminado"? ¿Cómo pudo prever este loco semejante audacia? Los lectores me preguntan y se hacen cruces, perplejos ante mi "profecía". La verdad, como casi siempre, es mucho más elemental y terrestre. La idea surgió merced a mi pasión por los periódicos. Un buen día leí una noticia que me entusiasmó: ya era posible dar la vuelta al mundo en menos de tres meses. El artículo incluso me proporcionó el itinerario… Fueron suficientes algunos ligeros "retoques" y del anuncio turístico de la agencia Cook brotó una novela.
¿Yo un "iluminado"? No… Yo, Julio Verne, sólo soy un incomprendido, un árbol muerto, un viejo oso acosado por la diabetes, amenazado de ceguera, cojo y definitivamente solo. El 27 de agosto del pasado año, mi querido hermano Paul también me dejaba… Jamás imaginé que le sobreviviría. ¡Ah, Paul, cómo te añoro! Tú fuiste mi consejero, mi guía y mi confidente. ¿En quién descansaré ahora? Tu muerte anuncia la mía. 1897 suma "7"… ¿Serán ésos los años que me restan para emprender contigo y con Anne la última y azul singladura de los cielos? ¿Será 1905 el año de mi desaparición? Estoy listo. Mi equipaje cabe en mi corazón. Fui un hombre que amó… tardíamente. Quizá eso me salve…
Pero partiré de este mundo con una íntima tristeza. Sólo tú, Paul, y Anne lo sabíais. Ahora no hay tiempo para rectificar… Salgo de la vida con decenas de novelas, sí… Muchas de ellas — dicen — admirables… Pero en la obra de Verne falta "alguien" y "algo"… Dos palabras son suficientes para resumir el lamentable "vacío" de estos treinta y cinco años de trabajo:
JESÚS DE NAZARET Y AMOR.
A pesar de mi admiración por Él, no he sido valiente. Mi secreto sueño — escribir sobre el Hijo del Hombre — queda pendiente…
En cuanto al AMOR, sí, con mayúsculas, mi obra queda igualmente vacía.
Y a la sombra de ambas frustraciones, otros pequeños-grandes sueños incumplidos me escoltarán hasta la tumba, la que Roze tiene preparada para mí:
REESCRIBIR LA HISTORIA… ¿Y por qué no?
ESTUDIAR ESAS MISTERIOSAS "LUCES" QUE, DICEN LOS PERIÓDICOS NORTEAMERICANOS, HAN EMPEZADO A SURCAR LOS CIELOS DESDE 1897.
ABRIR LA CONCIENCIA DE LA HUMANIDAD CON LA ESPADA MÁGICA DEL ESOTERISMO, YA APUNTADO SUBTERRÁNEAMENTE EN MIS LIBROS…
Pero muero optimista. De igual forma que yo, Julio Verne, continué la truncada labor de Alan Poe, otro hombre, más audaz y resuelto que yo en el dominio de las cosas aparentemente imposibles, nacerá un día, no muy lejano, y llevará a buen fin lo que este viejo oso, culo de plomo, ha dejado inconcluso…
Y ese hombre seré yo, Julio Verne, de acuerdo con lo que me ha sido revelado. He aquí la revelación, que nace de mi propio epitafio:
VERS L’IMMORTALITÉ ET L’ETERNELLE JEUNESSE
(HACIA LA INMORTALIDAD Y LA ETERNA JUVENTUD)
Mandé construir mi tumba, bajo el espíritu de este epitafio.
En su eslabón está el camino que conduce a la inmortalidad, a través del secreto de la eterna juventud.
Mi nombre envuelve el camino.
Por él fui y, por él, he de volver.
El número de los días que excederán a los millares de los días de mi vida, será el de las centenas de los días de mi muerte.
El número de los días que excederán al de las centenas de los días de mi muerte, será el de los millares de los días de mi vida.
El número de los días de mi vida y el número de los días de mi muerte tendrán, como veréis, el mismo número secreto.
Por mis obras me conocéis, y
por mis obras me reconoceréis.
______
O trecho acima seria um excerto do diário perdido de Jules Verne – na verdade, uma biografia do autor francês escrita por Benítez na primeira pessoa. Nele, “Verne” anuncia a vinda de um “outro homem”, um outro escritor que faria o que ele deixou de fazer. E acrescenta: “E esse homem serei eu, Júlio Verne, de acordo com o que me foi revelado”. Quem aí tiver saco para fazer todos os cálculos numerológicos citados perceberá que Benítez – autor de vários livros sobre OVNIs e da série Operação Cavalo de Tróia (que trata da vida de Jesus tal como a retrata o Livro de Urântia) – perceberá que Benítez está tentando nos dizer que ele e Jules Verne são a mesma pessoa.
Ah, esses escritores…
- "Lula chose Dilma because Dilma means a third Lula term and the continuation of his populist-authoritarian project." http://bit.ly/d4tQX7 #
- "Tenho autorização das minhas Entidades, que avisam sobre as nuvens negras sobre o Palácio do Planalto." Carlos Vereza http://bit.ly/9k0vwW #
- "Nem os tucanos, nem os petistas fizeram as reformas estruturais (previdenciária, tributária, trabalhista e política)." http://bit.ly/bpSICK #
- “O fato mais fundamental sobre as idéias da esquerda é que elas não funcionam.” ~ Thomas Sowell http://bit.ly/9clfWl #
- "Qtos governos comandados por políticos acostumados a agigantar o Estado em seu próprio benefício podemos suportar?" http://bit.ly/ccijY4 #
- "Serra era o 'menos pior'. Por tal motivo, meu desapontamento não se deu na medida com que deve ter acometido a tantos" http://bit.ly/czTUow #
- "Sairemos ilesos desse tsunami de 'retórica utópico-democrática'? Ou sucumbiremos a um chavismo à brasileira?" http://bit.ly/bWuJrG #estadao #
- "Why ARE so many modern British career women converting to Islam?" http://bit.ly/dBKmCl (via dicta.com.br) #mulheres #islamismo #
- Qdo a gente diz que a Europa se islamiza, neguinho acha graça. Mas até ex-apresentadora britânica da MTV? Ex-DJ? Eita! http://bit.ly/dBKmCl #
- Aguardando o novo episódio da animação Republiqueta… http://bit.ly/aLVAwg (O primeiro pode ser visto aqui: http://bit.ly/buf3x3) #
- Eis a fazenda(que supostamente mantém contato com ETs) http://bit.ly/aI0Dsd na qual me inspirei p/ escrever este conto: http://bit.ly/ch8v6w #
- Somando abstenções, votos brancos, nulos e os votos recebidos por Serra, temos 80.050.428 que não votaram em Dilma… http://bit.ly/cpRF4X #
- Em suma: é mais fácil acreditar em extraterrestres do que na popularidade unânime de Lula… %^> #
- "Enquanto uma coisa não aparece no Jornal Nacional ou não é confirmada por meia dúzia de pop stars, ela não existe." http://bit.ly/ciyIH7 #
- "O brasileiro acha que é preciso resolver todos os problemas práticos da vida e só depois tornar-se inteligente." http://bit.ly/d9JqgI #
- "O cartunista Laerte, que passou a se vestir de mulher, diz que 'ser mulher é muito caro'." http://bit.ly/b6GnDZ (Mamãe dele está orgulhosa) #
- "Oposição mantém quase 60% do PIB" (PSDB e DEM perderam a presidência, mas ampliaram o poder econômico.) http://bit.ly/a6makH #
- Artigo de 2007: cinema chinês se ressente da falta de profissionalismo e da qualidade de seus filmes http://bit.ly/9CdTiJ #china #filmmaking #
- O fato de o faixa preta José Dirceu ter lutado bem no #rodaviva de ontem não significa que ele não esteja do lado negro da Força… #
- Muito perigoso ser roteirista na China: produtor manda atacar escritor a facão e este perde três dedos! http://bit.ly/aV7CSW #
- "A petralhada, claro, está pegando no meu pé. Em primeiro lugar, não se conformam porque não estou deprimido." http://bit.ly/ddVxRu #
- Brazil: Islam on the rize in favelas – http://bit.ly/9Hd6FB (via @joseroldao) #
- Ontem, na Record, Ana Paula Padrão e Adriana Araújo entrevistaram a Dilma Chávez, mas só consegui prestar atenção às pernas da Adriana…%^> #
- Dilma Chávez, há alguma melhor do que ser presidente? http://bit.ly/aw3Op0 #
- Vc aí que tem testosterona, me diga se consegue prestar atenção à Dilma Chávez qdo aparecem as pernas da Adriana Araújo http://bit.ly/c1whv8 #
- A TV do governo certamente terá apresentadoras nuas no seu jornal: "A propriedade privada foi abolida…" "Nossa, olha que gostosa, véi!" #
- Dilma Chávez, há algo melhor do que ser presidente? http://bit.ly/aw3Op0 #
- Se o José J. Veiga ainda morasse em Goiás quando escreveu A Hora dos Ruminantes, teria incluído uma invasão de formigas no livro… %^< #
- Descubra se vc é marxista sem o saber: vc defende essas idéias? http://bit.ly/bsSE35 (via @midiasemmascara) #
- A Natureza de Deus: “O Pai tem vida em Si próprio, e essa vida é a vida eterna”. http://bit.ly/b8UeKF #finados #vidaeterna #urantia #
- Dei um salto quântico. Encontre-me no próximo orbital. #epitafiosnerds http://bit.ly/cYejYz #
- "Shine On Your Crazy Diamond" – Pink Floyd: "Você alcançou o segredo cedo demais(…) /Ameaçado pelas sombras da noite" http://bit.ly/cP5vS9 #
- Genial! "1001 livros para morrer antes de ler: uma seleção de obras que deveriam permanecer inéditas" http://bit.ly/d9NQkb (via @abcaldas) #
- "Entre as características da arte de nosso tempo está o menosprezo pela narrativa" http://bit.ly/bylkog /Já falei disso http://bit.ly/9s2Jti #
- Qdo imigrantes islâmicos dizem q os holandeses é q são estrangeiros, a esquerda finalmente entende a direita: http://bit.ly/aEflUN #eurabia #
- Geert Wilders diz a Angela Merkel: "Merkel, você está certa, o multiculturalismo falhou completamente". http://bit.ly/c8pJVD #islam #eurabia #
- Enquanto isso, nos http://oxforddictionaries.com, aumenta o número de buscas por "vampiro" e "zumbi": http://bit.ly/bXINqp #
- Uma moça sincera fez suas declarações contra a Dilma no Twitter e no Facebook. Mais tarde foi procurar seu amigo Matthew: http://j.mp/aiVZsC #
- O foda de fazer piadinha nerd é que apenas 0,34% de seus amigos riem dela. Ou seja: apenas o @p_paiva. #
- "Aquarela do Brasil" (Ary Barroso), Donald Duck and Zé Carioca… http://j.mp/bBFoGK #
- Enquanto isso, no Ministério do Franklin Martins, em Brasília… http://j.mp/cMKDCY #
- Marcello Mastroianni (aos 54 anos) com Nastassja Kinski (aos 17) http://j.mp/abr1Cy , no filme "Così come sei" (1978) http://j.mp/aBkyvI #
- No filme The Original Kings of Comedy, comediantes detonam negros tal como Borat detona judeus. Os primeiros são negros e Coen(Borat), judeu #
- Se os comediantes do filme The Original Kings of Comedy não fossem negros e se Sacha Baron Cohen não fosse judeu, estariam na cadeia hoje… #
- "Você está cercado de ignorantes!" http://j.mp/bSN9IT #cartum #laerte (via @abcaldas) #
- Fala-se muito da ganância da iniciativa privada, mas quase nada da ganância governamental… http://j.mp/cvK5gx (by @thomassowell) #
- O curta "No Pressure" parece uma crítica aos ambientalistas radicais, mas, na verdade, é uma campanha deles: http://j.mp/byWYtD #ecofascism #
- Simplesmente ódio http://j.mp/cbVGNv #ecofascismo #
- ¿Quem não votou na Dilma também terá de pagar esse novo imposto para bancar os que desviam dinheiro da Saúde? #
- Henry Miller conta que só conseguiu convencer um amigo a parar de beber demais quando o presenteou com uma caixa de uísque. Tipo: "Se mate!" #
- "A era dos diretores q assinam roteiros sem saber escrever direito acabou. Idéias sem forma são só idéias. Arte é forma." http://j.mp/bNamhA #
- « A verdade é que sois todos violentos.» ~ Krishnamurti, que acertava ao menos nas intuições. #
- Cuidado, se vc começar a ler os artigos e a assistir aos vídeos do Benjamin Fulford, vc poderá ficar maluco bem rápido… Ou não. %^o #
- CPMF – Contribuição Permanente ao Mensalão Federal… É claro que será ressuscitado. Querem um Estado grande e invasivo? É preciso bancá-lo. #
- Dia "Brasileiro" da Língua Portuguesa. Há também o 10 de Junho (morte de Camões) http://bit.ly/c3pA5Z e o 5 de Maio http://bit.ly/cUDpr6 #
- E o melhor site sobre o uso correto da Língua Portuguesa é o "Sua Língua" http://www.sualingua.com.br do Professor @moreno_ #
- “Bandido tem direitos humanos, mas não tem direito de ser bandido” http://bit.ly/b61uYS #
- Também curti esse filme: http://imdb.to/9WACXA E aqui o comentário do Reinaldo Azevedo: http://bit.ly/cKU8ST #cinema #
- Banheiras e piscinas para todos os gostos e bolsos… http://bit.ly/cpPKiA #
- "O perna de pau cara de pau" (história de um mendigo em Viena) http://bit.ly/cirPja #
- "Qual o problema? Já que ele não tem perna, que tenha pelo menos uma cerveja!" (Boa!) http://bit.ly/cirPja B^) #
- Zé Dirceu diz que se mantém afastado do poder, como se isso fosse possível na era do iPod com MSN… #
- Depois que a Pérsia se tornou o Irã de Ahmadinejad, os tapetes ficaram um pouco diferentes… http://bit.ly/dlnndM (via @abcaldas) #
- "O que os manobristas fazem com seu carro?" http://bit.ly/cZiL4H (via @abcaldas) #
- Obama autografa iPad… guardian.co.uk http://bit.ly/baQVv3 #
- Tomar ayahuasca é entrar na cova com leões. Não é religião. Vc pode ser "devorado", usar o chicote e o banquinho mentais ou entender Daniel. #
- "Depois de CNE sugerir veto a livro de Monteiro Lobato, ABL diz que 'formuladores de política' deveriam lê-lo" http://bit.ly/d9JyU5 #
- Conheça as "mordomias" dos parlamentares suecos e pense: quem seria político no Brasil caso seguíssemos o exemplo? http://bit.ly/bNsCIA #
- Vou pedir pra minha avó fazer uma pochette de crochê igual a essa (sucesso garantido) http://bit.ly/9XD9Ro #
- "Como escrevo?" (Escritores descrevem seu processo de criação) http://bit.ly/cu0cGo #literatura #
- Se o doido do Bear Grylls estivesse no lugar do Aron Ralston quando do acidente em 2003, além de cortar a própria mão também a teria comido. #
- Bear Grylls (Man vs. Wild) http://imdb.to/aJ8SGl e o trailer do filme de Danny Boyle sobre Aron Ralston http://bit.ly/99Ztfo #
