
Completo.
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Vale a pena ver e ouvir de novo: Hallelujah, o 42º movimento apresentado como flashmob num shopping center do Canadá.
Para saber mais sobre o oratório O Messias clique aqui e aqui.

Palestra de Rodrigo Gurgel, o jurado “C” do Prêmio Jabuti, a respeito de seu livro Muita Retórica – Pouca Literatura. (O áudio está baixo até os primeiros 5 ou 6 minutos. Se não conseguir ouvi-lo desde o início, avance o vídeo até aí.)

De um artigo de Luís Antônio Giron na Revista Época:
Demorou, mas agora vai. O Brasil entra na era do livro digital com três anos de atraso. A chegada ao país dos e-readers como os americanos Kindle, da Amazon, e Nexus 7, do Google, iPad, da Apple, e do canadense Kobo, trazido pela Livraria Cultura, vai transformar rapidamente o mercado do livro. Não é preciso ser profeta para adivinhar o que está por vir, pois tudo já aconteceu nos mercados adiantados da América do Norte, Ásia e Europa. No entanto, o atraso no processo também tem suas vantagens. Vamos entrar na nova era em pleno período de compras de Natal com um acúmulo de conhecimentos. Podemos aprender com os erros e os acertos cometidos pelos outros.
Muitos brasileiros têm experimentado os efeitos da mudança. Os estudantes leem desde meados da década de 1990 livros pela internet pelos computadores convencionais, via sites como Gutenberg Project e Domínio Público. Agora poderão fazê-lo nos e-books e tablets com mais rapidez e conforto. Há cerca de 300 mil clientes moradores no Brasil cadastrados na Amazon e muitos deles compram e-books e possuem kindles, para não mencionar os milhares que carregam livros das lojas iBook e Amazon para seus tablets.
Continue a leitura aqui.

A Associação Nacional de Livrarias está mostrando que é tão inteligente e visionária quanto os organizadores e participantes da famigerada (e estúpida) Passeata Contra a Guitarra Elétrica, nos idos dos anos 60. Claro, não se trata de mera burrice, mas de covardia e esperteza do pior tipo. Sempre que empreendedores recorrem ao Estado para se defender da justa concorrência e, neste caso, da inovação, quem sai perdendo é o consumidor. Segundo afirma o Estadão:
Bicho-papão digital
Enquanto Amazon e Companhia das Letras fechavam contrato – o anúncio foi feito ontem -, a Associação Nacional de Livrarias, que representa as independentes, já se articulava para mandar carta em que expõe alguns receios com relação ao livro digital para Dilma Rousseff, Marta Suplicy e entidades do livro. Fará isso na próxima semana. Entre as sugestões, a de que a diferença de preço entre e-book e livro físico seja de até 30%. E no caso da editora que vende diretamente ao consumidor, que o desconto não exceda 5%.
Diz, com razão, o blog Revolução eBook:
O primeiro passo deveria ser, o quanto antes, adotar uma nova postura. É melhor encarar de frente a mudança tecnológica e se adaptar o mais rápido possível. Esse deveria ser o foco. Uma abordagem prática, para buscar soluções que não dependam dos outros, especialmente do governo. Sem pensar que o “novo” é sinônimo de “problema”. Há exemplos de outras associações de livreiros. que encararam o mercado digital com objetividade e procuraram se inserir de algum modo. Por que a ANL não se inspira na American Booksellers Association, que fez acordo com a Kobo, nos EUA, quase nos mesmos moldes que a Livraria Cultura, para inúmeras livrarias independentes? Ou, ainda, como fez a Australian Publishers Association, com o mesmo objetivo, na parceria com a The Copia?
Pessoalmente, só posso me sentir pessimista frente à possível reação do governo diante dessa proposta da Associação Nacional de Livrarias. O “Partido” já mostrou diversas vezes sua cara. Espero que ela, a proposta, se perca nas entranhas burocráticas de Brasília.
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Publicado no Digestivo Cultural.
Harry Knowles conversa com Douglas Trumbull, responsável pelos efeitos visuais de filmes como 2001: Uma Odisseia no Espaço, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, Jornada nas Estrelas: O Filme e Blade Runner. Juntos discorrem sobre a evolução do cinema e a situação atual da projeção de filmes.
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